Telha Colonial Minionda Ondulada Trapezoidal Comprimento2.32.623.283.944.595.25 Largura do lado a ser coberto m Comprimento do lado a ser coberto m Inclinação do telhado em % % Resultado número de telhas Superior até na beleza.
As telhas coloniais PreconVC são práticas e compõe um sistema de cobertura de alto nível, agregando mais beleza e durabilidade ao telhado.
Disponíveis nas cores cerâmica e marfim, as telhas coloniais PreconVC são muito utilizadas em projetos residenciais. São mais resistentes que as telhas tradicionais, fáceis de transportar e recebem de maneira uniforme a aplicação de pinturas específicas.
Comprimento (m) 2,30m 2,62m 3,28m 3,94m 4,59m 5,25m
Largura 0,88m 0,88m 0,88m 0,88m 0,88m 0,88m
Área útil por telha 1,91m² 2,17m² 2,72m² 3,27m² 3,81m² 4,36m²
Largura útil 0,83mm 0,83mm 0,83mm 0,83mm 0,83mm 0,83mm
Espessura 2,50mm 2,50mm 2,50mm 2,50mm 2,50mm 2,50mm
Apoios (qtd. por telha) 3 4 4 5 6 6
Peso (por telha) 9kg 10,27kg 13kg 15,50kg 18kg 20,56
Peças de fixação por telha 6 9 9 9 12 15
Cores Cerâmica e Marfim
Veja a ficha técnica
Video da montagem
Veja Laudo PEÇAS COMPLEMENTARESA Precon oferece peças complementares para melhor acabamento para o seu telhado.
Capa LateralCumeeira Central ArticuladaCumeeira LateralCumeeira Lateral ArticuladaCumeeira TriangularFechamento da Cumeeira Capa lateral
Comprimento total: 1.200 mm.
Largura da aba: 120 mm.
CONHEÇA AS VANTAGENSEconomia
Mais leve até para o seu bolso. As telhas PreconVC não requerem materiais pesados e caros. São muito maiores que as telhas convencionais, o que permite uma menor quantidade de material para a cobertura e ainda são mais resistentes e possuem excelente vedação. Tudo isso faz das Telhas PreconVC as campeãs quando o assunto é relação custo/benefício.
Beleza
Vai chover elogios no seu telhado. Em vários modelos e cores, a PreconVC traz versatilidade e charme para todo tipo de cobertura. Além disso, as telhas são laváveis e não absorvem água, mantendo por muito mais tempo o colorido do seu telhado.
Versatilidade
A tecnologia Precon em PVC para telhados adapta-se a aos diversos tipos de cobertura. Oferecendo perfis ondulados, coloniais e trapezoidais, as telhas PreconVC podem ser utilizados em estabelecimentos residenciais, comerciais e industriais.
Proteção e conforto para o ambiente
As telhas Precon VC possuem baixo coeficiente de condução térmica e redução sonora superior a chapas metálicas.
Resistência e durabilidade
As telhas Precon VC se mantêm estáveis às intempéries e a agentes químicos como exalações industriais, névoa salina, ácidos ou outros ambientes agressivos. Durabilidade e resistência mecânica garantem grande economia de custo e instalação, por suportar melhor impacto e carregamento para ambas as cargas estáticas e acidentais. Resistentes inclusive a granizos, são sinônimo de durabilidade para o seu telhado.
Resistente a variações de temperatura
As telhas PreconVC têm baixíssimos índices de expansão térmica. Frente a variações de temperatura, sua estabilidade dimensional e de cor são muito superiores a de telhas convencionais.
Leveza e trabalhabilidade
Leves e fáceis de manusear, as telhas Precon VC garantem maior produtividade e rapidez na instalação do telhado. Economia de tempo e dinheiro.
Material 100% ReciclávelPara completar, ainda são totalmente ecológicas e de fácil separação para reciclagem
segunda-feira, 9 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
fossa septica bh
É o meio mais econômico e ecologicamente correto para o tratamento de esgotos sanitários. A fossa séptica fabricada por Lage & Filhos, foi desenvolvida para atender a qualquer órgão ambiental do Brasil, por estar RIGOROSAMENTE dentro das normas da ABNT.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Aproveitamento de Água de Chuva
A chuva é uma fonte de água doce valiosa e sua captação é de extrema importância, principalmente porque "a água doce é um recurso finito e vulnerável".
Tem-se constatado que a demanda por água doce aumenta a cada dia, seja pelo aumento da população, seja pelos crescentes índices de poluição das fontes hídricas. Isto está acontecendo em muitos países no meio rural e urbano. Por essa razão não devemos descartar nenhuma fonte alternativa de água. A água de chuva permite que seja utilizada e as experiências nos conduzem à captação e ao manejo da água de chuva para fins humanos e agrícolas. A água disponível na superfície da terra após ao se evaporar abandona os sólidos e sobe pura para a atmosfera na forma de vapor. A água é porem, muito interativa com os meios em que percola e captura algumas impurezas em seu caminhamento nos céus, assim como nos telhados e superfícies que a recebem. Se esta água for bem captada, tratada e armazenada, pode ficar disponível para utilização para os mais diversos fins.
Funcionamento do Equipamento para Captação de Água de Chuva
Telhado– Funciona como captador de água de chuva
Calha ou coletor– Um modelo de coletor ou calha deve existir ou ser instalado para reunir a água que vem do telhado.
Filtro grosseiro– Um filtro de tela para reter galhos, folhas, e outras impurezas grosseiras.
Separador de Primeiras Águas– O início de uma chuva lava o telhado e a atmosfera, arrastando impurezas finas que precisam ser separadas e descartadas
Reservatório– Para acumular a água de chuva é necessário um reservatório. A determinação correta desse volume é da máxima importância, e depende da área do telhado, do consumo, da existência ou não de outras fontes supridoras de água de qualidade confiável, a quantos meses de seca está sujeito, etc. O reservatório deve ser fechado para evitar entrada de sujeiras e da luz solar, para evitar propagação de algas;
Sistema de Recalque– Bombas e sistema de segurança e automação para envio da água estocada para caixas de alimentação.
Caixas de alimentação Secundárias– Reservatórios intermediários.
Rede de reuso: rede exusiva e independente de água para reaproveitamento da água reservada. Não pode se misturar com água potável.
Porque coletar água de chuva?
Preserva a pouca água restante no meio ambiente, conservando um dos bens naturais mais escassos
Ajuda a conter as enchentes, represando parte da água que outrora seria drenada por ruas e rios.
É confiável pois possui qualidade
Reduzido o custo de montagem e possivelmente o retorno do investimento serápositivo
Porque faltam outras fontes de água confiáveis
O Equipamento para Captação de Água de Chuva Rotogine
A Rotogine fornece o equipamento completo para captação e armazenagem segura da água de chuva, dimensionado para as suas necessidades. Contacte nosso Departamento Técnico.
A chuva é uma fonte de água doce valiosa e sua captação é de extrema importância, principalmente porque "a água doce é um recurso finito e vulnerável".
Tem-se constatado que a demanda por água doce aumenta a cada dia, seja pelo aumento da população, seja pelos crescentes índices de poluição das fontes hídricas. Isto está acontecendo em muitos países no meio rural e urbano. Por essa razão não devemos descartar nenhuma fonte alternativa de água. A água de chuva permite que seja utilizada e as experiências nos conduzem à captação e ao manejo da água de chuva para fins humanos e agrícolas. A água disponível na superfície da terra após ao se evaporar abandona os sólidos e sobe pura para a atmosfera na forma de vapor. A água é porem, muito interativa com os meios em que percola e captura algumas impurezas em seu caminhamento nos céus, assim como nos telhados e superfícies que a recebem. Se esta água for bem captada, tratada e armazenada, pode ficar disponível para utilização para os mais diversos fins.
Funcionamento do Equipamento para Captação de Água de Chuva
Telhado– Funciona como captador de água de chuva
Calha ou coletor– Um modelo de coletor ou calha deve existir ou ser instalado para reunir a água que vem do telhado.
Filtro grosseiro– Um filtro de tela para reter galhos, folhas, e outras impurezas grosseiras.
Separador de Primeiras Águas– O início de uma chuva lava o telhado e a atmosfera, arrastando impurezas finas que precisam ser separadas e descartadas
Reservatório– Para acumular a água de chuva é necessário um reservatório. A determinação correta desse volume é da máxima importância, e depende da área do telhado, do consumo, da existência ou não de outras fontes supridoras de água de qualidade confiável, a quantos meses de seca está sujeito, etc. O reservatório deve ser fechado para evitar entrada de sujeiras e da luz solar, para evitar propagação de algas;
Sistema de Recalque– Bombas e sistema de segurança e automação para envio da água estocada para caixas de alimentação.
Caixas de alimentação Secundárias– Reservatórios intermediários.
Rede de reuso: rede exusiva e independente de água para reaproveitamento da água reservada. Não pode se misturar com água potável.
Porque coletar água de chuva?
Preserva a pouca água restante no meio ambiente, conservando um dos bens naturais mais escassos
Ajuda a conter as enchentes, represando parte da água que outrora seria drenada por ruas e rios.
É confiável pois possui qualidade
Reduzido o custo de montagem e possivelmente o retorno do investimento serápositivo
Porque faltam outras fontes de água confiáveis
O Equipamento para Captação de Água de Chuva Rotogine
A Rotogine fornece o equipamento completo para captação e armazenagem segura da água de chuva, dimensionado para as suas necessidades. Contacte nosso Departamento Técnico.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Osram lança painel para controle de iluminação com leds arquitetos bh
Famosa pela fabricação de lâmpadas, a Osram começa a oferecer uma solução voltada ao controle de sistemas baseados em leds. O Glass Touchscreen é um painel de parede sensível ao toque produzido pela Traxon Technologies – empresa de Hong Kong recém adquirida pelo grupo alemão.
Com tela LCD de 5,7”, o painel conta com resolução de 640x480 pixels, que permite comandar áreas, programar acionamento e criar cenários com diodos de inúmeras cores apenas com um toque.
De acordo com a Osram, o novo painel apresenta navegação intuitiva e pode ser utlizado junto a projetos luminotécnicos com leds de diversos fabricantes, além de ser indicado a ambientes residenciais e comerciais.
Com tela LCD de 5,7”, o painel conta com resolução de 640x480 pixels, que permite comandar áreas, programar acionamento e criar cenários com diodos de inúmeras cores apenas com um toque.
De acordo com a Osram, o novo painel apresenta navegação intuitiva e pode ser utlizado junto a projetos luminotécnicos com leds de diversos fabricantes, além de ser indicado a ambientes residenciais e comerciais.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
piso reciclavel arquitetos bh
PESQUISAS
Após 5 anos de pesquisas em reciclagem de pneus, desenvolvemos o Pisoleve® um piso aplicável em calçadas, caminhos, pistas de corrida e caminhadas, pista de trakking, beiras de piscinas, spas, ofuros e o Pisoleve®Seguro para playground e áreas de recreação infantil.
Fabricado com 100% de borracha de pneu reciclada e poliuretano, conta com proteção UV e antichama, o que proporciona inúmeras vantagens sobre o concreto e demais pisos.
Sua multicamada resulta em flexibilidade, permitindo uma gama de opções em densidades, designs e cores.
Pisoleve® é um piso drenante que permite 100% a passagem da água para o solo, colaborando com a permeabilização do solo proporcionando às raízes das plantas e árvores a água necessária. Pisoleve® é fácil de aplicar, moldado no local, não necessitando de cola ou remoção do piso existente.
Pode ser aplicado sobre qualquer tipo de piso, sem sua remoção, mesmo com trincas e defeitos, não gerando resíduos. Economiza mão-de-obra e caçamba de resíduos.
Pisoleve® é resiliente porém firme, monolítico (sem costura), sem emendas e sem rejuntes. Esse sistema oferece uma gama de aplicaçóes, com acabamento e beleza final incomparáveis às mantas, tapetes, placas e bloquetes de borrachas comuns no mercado.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Economia
Nice SilvaEspecial para o Hoje em Dia
As pesquisas mostram que o desemprego não grassou em todos os setores depois da crise econômica global atingir Minas Gerais. O setor de serviços foi o único que conseguiu imunidade relativa contra a crise, apresentando crescimento de 0,2% em relação à media obtida entre julho, agosto e setembro de 2008 frente ao primeiro trimestre deste ano, segundo levantamento da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro (FJP). Todos os demais setores de atividade ficaram negativos para as contratações no mesmo período de comparação.
(…)
A arquiteta Ana Paula Paiva, que tem escritório homônimo, afirma que a procura anda boa para os projetos. A maioria dos clientes dela, de classes média e alta, continua recorrendo ao conforto da automação residencial, que permite acionar equipamentos domésticos por meio de computadores.“Esses equipamentos tornam os projetos pelo menos 30% mais caros”, calcula. De janeiro para cá, ela sentiu um pouco de desaquecimento na demanda. De seis, o número de projetos por mês caiu para quatro. “Mesmo assim, não sei se é a crise, ou a quantidade de feriados, que retarda os planos dos clientes”, diz.
Maria Fernanda e Ana Paula são exemplos de profissionais cuja ocupação teve crescimento de 10,4% entre setembro de 2008 e março de 2009. “São os serviços prestados por profissionais universitários autônomos”, pondera o coordenador da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), economista Mário Rodarte.A pesquisa também mostra que os empregados do comércio tiveram a maior redução (-2,9%) no rendimento real dos salários entre 2008 e 2009. Mesmo assim, a vendedora recém-contratada da Elmo Calçados Márcia Gonçalves comemora o novo emprego, depois de cinco meses sem trabalho. “Começo como temporária por 11 dias, mas tenho possibilidade de ficar para o Dia dos Namorados ou de ser contratada definitivamente”, diz.No interior, também há oportunidades de emprego. Dentro de um mês, aproximadamente, o Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Uberlândia vai qualificar 100 programadores juniores para a Algar Eletrônica. Serão dois meses e meio de aulas (200 horas) ministradas para pessoas com conhecimento básico em informática e ensino médio completo. O salário previsto está na casa dos R$ 2 mil.O setor de informática está entre os que mais ficam com vagas ociosas, já que a contratação exige qualificação, como afirma a diretora regional da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) de Uberlândia, que administra o Sine local, Daisy Afonso.Ela informa que 11 vagas para analistas da área de tecnologia da informação não tiveram nenhum candidato qualificado. Cheguei a comentar com o sub-secretário que poderíamos anunciá-las em Belo Horizonte, já que não conseguimos preencher”, diz.Segundo a diretora de Talentos Humanos da Algar Tecnologia, Cida Garcia, a empresa está expandindo a atuação na área de TI e precisa atrair candidatos qualificados para as vagas.“As empresas têm dificuldade na seleção destes profissionais. Em contrapartida, percebe-se que muitos jovens possuem forte afinidade com informática, dedicam horas de seu tempo na frente do computador, querem trabalhar, mas não possuem o conhecimento técnico necessário”, detalha.Segundo a coordenadora do Sine Uberlândia, a qualificação dos programadores para a Algar deverá custar R$ 30 mil. “Eles não acreditam quando dizemos que podemos treinar os candidatos tendo como contrapartida a contratação”, diz Daisy.
Qualificação é drama na contratação
Conforme Daisy, a qualificação é o grande drama de quem quer contratar e de quem quer ser contratado. Segundo as estatísticas do Sine de Uberlândia, enquanto 15.792 pessoas foram encaminhadas às 3.312 vagas geradas no primeiro trimestre, apenas 2.472 foram contratadas.O convencimento dos empresários para aceitar a pouca ou nenhuma experiência dos candidatos custa muitos argumentos à coordenadora.“No caso da Algar, precisamos negociar muito com a empresa até convencê-los de que valeria a pena ficar com as vagas abertas durante o tempo necessário para o treinamento coletivo”, conta.Conforme o Sine e a empresa, a capacitação será orientada pela própria Algar, visando a formação do profissional de acordo com a necessidade da empresa.
Estado muda política para o trabalho
Segundo o sub-secretário de Estado de Trabalho e Renda, Fernando Sette, dentro de um mês a secretaria deverá estabelecer convênio com as secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e de Meio Ambiente para estabelecer um monitoramento das empresas que pretendem se estabelecer no Estado.O objetivo é garantir o conhecimento das vagas que serão geradas, para que o Estado estude formas de preenchê-las atendendo a uma política de emprego definida. Sette admite que a criação de uma política pública para a área do trabalho tem desafios.“Um deles é trabalhar os dados das diversas pesquisas sobre emprego e desemprego, já que cada uma utiliza conceitos e metodologias completamente diferentes”, afirma.A crise fez o Governo do Estado repensar a política pública para o trabalho. “Antes, nos preocupávamos com as áreas de baixo índice de desenvolvimento humano (IDH). Com a crise, tivemos que passar a pensar em alternativas de emprego para regiões onde faltava mão-de-obra”, diz o sub-secretário estadual de Trabalho e Renda.A pressão gerou resultados. No primeiro trimestre, quando somente a Região Metropolitana de Belo Horizonte perdeu 49 mil postos de trabalho em janeiro, 14 mil em fevereiro e 16 mil em março, o Sine-MG conseguiu aumentar a captação de vagas em mais de 10% .
Nice SilvaEspecial para o Hoje em Dia
As pesquisas mostram que o desemprego não grassou em todos os setores depois da crise econômica global atingir Minas Gerais. O setor de serviços foi o único que conseguiu imunidade relativa contra a crise, apresentando crescimento de 0,2% em relação à media obtida entre julho, agosto e setembro de 2008 frente ao primeiro trimestre deste ano, segundo levantamento da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro (FJP). Todos os demais setores de atividade ficaram negativos para as contratações no mesmo período de comparação.
(…)
A arquiteta Ana Paula Paiva, que tem escritório homônimo, afirma que a procura anda boa para os projetos. A maioria dos clientes dela, de classes média e alta, continua recorrendo ao conforto da automação residencial, que permite acionar equipamentos domésticos por meio de computadores.“Esses equipamentos tornam os projetos pelo menos 30% mais caros”, calcula. De janeiro para cá, ela sentiu um pouco de desaquecimento na demanda. De seis, o número de projetos por mês caiu para quatro. “Mesmo assim, não sei se é a crise, ou a quantidade de feriados, que retarda os planos dos clientes”, diz.
Maria Fernanda e Ana Paula são exemplos de profissionais cuja ocupação teve crescimento de 10,4% entre setembro de 2008 e março de 2009. “São os serviços prestados por profissionais universitários autônomos”, pondera o coordenador da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), economista Mário Rodarte.A pesquisa também mostra que os empregados do comércio tiveram a maior redução (-2,9%) no rendimento real dos salários entre 2008 e 2009. Mesmo assim, a vendedora recém-contratada da Elmo Calçados Márcia Gonçalves comemora o novo emprego, depois de cinco meses sem trabalho. “Começo como temporária por 11 dias, mas tenho possibilidade de ficar para o Dia dos Namorados ou de ser contratada definitivamente”, diz.No interior, também há oportunidades de emprego. Dentro de um mês, aproximadamente, o Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Uberlândia vai qualificar 100 programadores juniores para a Algar Eletrônica. Serão dois meses e meio de aulas (200 horas) ministradas para pessoas com conhecimento básico em informática e ensino médio completo. O salário previsto está na casa dos R$ 2 mil.O setor de informática está entre os que mais ficam com vagas ociosas, já que a contratação exige qualificação, como afirma a diretora regional da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) de Uberlândia, que administra o Sine local, Daisy Afonso.Ela informa que 11 vagas para analistas da área de tecnologia da informação não tiveram nenhum candidato qualificado. Cheguei a comentar com o sub-secretário que poderíamos anunciá-las em Belo Horizonte, já que não conseguimos preencher”, diz.Segundo a diretora de Talentos Humanos da Algar Tecnologia, Cida Garcia, a empresa está expandindo a atuação na área de TI e precisa atrair candidatos qualificados para as vagas.“As empresas têm dificuldade na seleção destes profissionais. Em contrapartida, percebe-se que muitos jovens possuem forte afinidade com informática, dedicam horas de seu tempo na frente do computador, querem trabalhar, mas não possuem o conhecimento técnico necessário”, detalha.Segundo a coordenadora do Sine Uberlândia, a qualificação dos programadores para a Algar deverá custar R$ 30 mil. “Eles não acreditam quando dizemos que podemos treinar os candidatos tendo como contrapartida a contratação”, diz Daisy.
Qualificação é drama na contratação
Conforme Daisy, a qualificação é o grande drama de quem quer contratar e de quem quer ser contratado. Segundo as estatísticas do Sine de Uberlândia, enquanto 15.792 pessoas foram encaminhadas às 3.312 vagas geradas no primeiro trimestre, apenas 2.472 foram contratadas.O convencimento dos empresários para aceitar a pouca ou nenhuma experiência dos candidatos custa muitos argumentos à coordenadora.“No caso da Algar, precisamos negociar muito com a empresa até convencê-los de que valeria a pena ficar com as vagas abertas durante o tempo necessário para o treinamento coletivo”, conta.Conforme o Sine e a empresa, a capacitação será orientada pela própria Algar, visando a formação do profissional de acordo com a necessidade da empresa.
Estado muda política para o trabalho
Segundo o sub-secretário de Estado de Trabalho e Renda, Fernando Sette, dentro de um mês a secretaria deverá estabelecer convênio com as secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e de Meio Ambiente para estabelecer um monitoramento das empresas que pretendem se estabelecer no Estado.O objetivo é garantir o conhecimento das vagas que serão geradas, para que o Estado estude formas de preenchê-las atendendo a uma política de emprego definida. Sette admite que a criação de uma política pública para a área do trabalho tem desafios.“Um deles é trabalhar os dados das diversas pesquisas sobre emprego e desemprego, já que cada uma utiliza conceitos e metodologias completamente diferentes”, afirma.A crise fez o Governo do Estado repensar a política pública para o trabalho. “Antes, nos preocupávamos com as áreas de baixo índice de desenvolvimento humano (IDH). Com a crise, tivemos que passar a pensar em alternativas de emprego para regiões onde faltava mão-de-obra”, diz o sub-secretário estadual de Trabalho e Renda.A pressão gerou resultados. No primeiro trimestre, quando somente a Região Metropolitana de Belo Horizonte perdeu 49 mil postos de trabalho em janeiro, 14 mil em fevereiro e 16 mil em março, o Sine-MG conseguiu aumentar a captação de vagas em mais de 10% .
sexta-feira, 24 de abril de 2009
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